A IMAGEM, A ESCRITA E A VIVÊNCIA CONTEMPORÂNEA

— RUA SEM SENTIDO —

  • Início
  • Blogue
  • Olhar
    • Sombras
    • A State of Mind
    • A Crise
    • A outra margem
    • Mitos
    • Fragmentos
  • Edupolis
    • Caminhos
    • Vozes
    • Mapas
  • Acerca
    • O projeto
    • Patrocínios e Equipamento
  • Contacto
  • Início
  • Blogue
  • Olhar
    • Sombras
    • A State of Mind
    • A Crise
    • A outra margem
    • Mitos
    • Fragmentos
  • Edupolis
    • Caminhos
    • Vozes
    • Mapas
  • Acerca
    • O projeto
    • Patrocínios e Equipamento
  • Contacto
  • Mitos

    Gaiola de Giestas

    Gaiola de Giestas A avó varria as agrurasde uma vida ensimesmada,com giestas aos molhosamarradas contra o medoque escorria, assustado,pelos olhos caladosde crianças aprisionadasem gaiolas quase douradas. Mas a primavera, teimosa,insistia e lançava sonhospara o futuro…E brotavam maias e mais maiasque ondulavam o sol quevivo e quente,corria pelas encostas. Mas o fogo da tradiçãocedo ou tardecegava os sonhos acorrentando-os aos molhoscom que a avó varria, varria,a vida. Fotografia: Sérgio MoreiraPoema: Margarida Oliveira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Humanitária

    Fevereiro 24, 2022

    A tradição

    Dezembro 10, 2022

    Os prisioneiros da sociedade líquida

    Abril 20, 2023
  • Sombras

    Sonho a preto e branco

    Sonho a preto e branco A preto e branco  me desenham a sombra, esculpindo um futuro  de sonhos embaciados. Assim amarram a minha altura ancorando-me em terra sem asas que olhem o céu.  Vergada sob o peso de escolhas viciadas rastejo de um passado que não recordo  para um futuro  que não sonho! Texto: Margarida Oliveira Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    O amanhã

    Dezembro 10, 2022

    A tradição

    Dezembro 10, 2022

    “Meu Deus, Meu Deus… porque me abandonaste?”

    Janeiro 14, 2021
  • Mitos

    Cinzas sagradas

    Antiga reza popular para afastar males ou tratar de doenças. “Cobra, cobrão Sapo, sapão Todo o bicho da nação Que anda de rasto pelo chão, Para que não cresças E nem avessas, Mas antes obedeças Que venhas a bom humor Eu te corto, corvo, Cabeça e rabo E corpo todo! Quando S. Bento era estudante, Nenhum bicho ia para diante, Na mesma escola andava S. Braz, Aqui te seques, aqui te mirrarás.” Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Os cinco sentidos do paraíso

    Janeiro 14, 2021

    Sonho a preto e branco

    Abril 19, 2025

    A sombra de mim

    Janeiro 14, 2021
  • Mitos

    Costura da Alma

    “Eu que coza pé aberto e fio destroçado, isso mesmo é que cozo”. Fotografias: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    O caso do Kerala (Sudoeste da Índia)

    Dezembro 20, 2025

    Sombras – Era uma vez um lama… que gostava de ser ovelha.

    Fevereiro 22, 2023

    Uma abelha honesta e poupada a assombrar o capitalismo

    Maio 20, 2023
  • Mitos

    O jugo da cura

    “Tresorelho, sai-te daqui assim como boi e vaca “carregou aqui””. Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Igualdade

    Dezembro 10, 2022

    A gravidade da gravidade.

    Fevereiro 26, 2023

    As correntes da História

    Fevereiro 24, 2022
  • Sombras

    Raízes da Apatia: O Declínio da Consciência Coletiva

    Fotografias: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    A conquista da natureza

    Novembro 26, 2023

    O pensamento crítico e a nobreza democrática

    Março 30, 2023

    “Meu Deus, Meu Deus… porque me abandonaste?”

    Janeiro 14, 2021
  • Mitos

    O Ritual da Noite Eterna

    Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Eu não sou filho de ninguém.

    Janeiro 14, 2021

    Dunas

    Março 5, 2025

    Sombras – Era uma vez um lama… que gostava de ser ovelha.

    Fevereiro 22, 2023
  • Sombras

    O celeiro

    Nas terras gélidas do norte, onde o vento cortante dança com os flocos de neve, ergue-se um conjunto de celeiros. Obras-primas de engenharia, esculpidos em pedras que guardam segredos de eras passadas, guardiões de uma riqueza que não se mede em ouro, mas na malha intrincada das histórias entrelaçadas por gerações. As suas paredes, esculpidas pela paciência do tempo e envoltas numa neblina eterna, emanam uma aura que transcende as fronteiras terrenas. Fortalezas de opulência gélida, abrigam uma sinfonia de cores congeladas e fragrâncias cristalizadas, transformando o ato de armazenar alimentos numa celebração poética da vida. Os habitantes destas comunidades, cujas almas são moldadas pela frieza do clima, encontram calor…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Fragmentos

    Julho 25, 2024

    A chuva não consegue parar as crianças

    Março 22, 2026

    O jugo da cura

    Maio 30, 2024
  • Sombras

    A conquista da natureza

    Ao longo da história, testemunhamos um notável avanço nas explicações dos eventos ao nosso redor. À medida que a ciência e a razão se desenvolveram, muitos mitos e explicações místicas foram gradualmente substituídos por teorias fundamentadas em evidências e observações. A diminuição dos mitos reflete a capacidade da humanidade de questionar, explorar e descobrir, pavimentando o caminho para um entendimento mais profundo e fundamentado do mundo que habitamos. Este avanço aumentou o poder do homem sobre a Natureza. A ideia de que o controlo da natureza e dos seus recursos é partilhado por todos os homens é também um mito já desfeito por muitos pensadores contemporâneos. De facto, ao longo…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Então e eu?

    Janeiro 14, 2021

    As margens da possibilidade

    Agosto 31, 2023

    O amanhã

    Dezembro 10, 2022
  • Sombras

    Desobediência civil

    Na vastidão das terras escocesas, onde as colinas ondulantes e os majestosos castelos espreitam entre as névoas, pode-se encontrar uma conexão peculiar entre a beleza natural e a história da desobediência e luta por direitos civis. Embora à primeira vista esses castelos possam evocar imagens de uma era medieval, eles também têm testemunhado a persistência e a resiliência do espírito humano ao longo dos séculos. Caminhar entre os castelos escoceses é mergulhar num cenário que, paradoxalmente, convida a contemplação e reflexão sobre questões de liberdade, justiça e resistência pacífica.  Relembro a primeira de muitas consultas à obra de um autor que defendeu, a custo, a desobediência civil como forma de…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    O farol de Popper

    Agosto 25, 2023

    O saber livresco, as sinapses e o controlo de massas

    Março 2, 2023

    A travessia

    Setembro 17, 2024
123
2026 Rua Sem Sentido ©
  • Contacto
  • O projeto
  • Direitos de Autor