A IMAGEM, A ESCRITA E A VIVÊNCIA CONTEMPORÂNEA

— RUA SEM SENTIDO —

  • Início
  • Blogue
  • Olhar
    • Sombras
    • A State of Mind
    • A Crise
    • A outra margem
    • Mitos
    • Fragmentos
  • Edupolis
    • Caminhos
    • Vozes
    • Mapas
  • Acerca
    • O projeto
    • Patrocínios e Equipamento
  • Contacto
  • Início
  • Blogue
  • Olhar
    • Sombras
    • A State of Mind
    • A Crise
    • A outra margem
    • Mitos
    • Fragmentos
  • Edupolis
    • Caminhos
    • Vozes
    • Mapas
  • Acerca
    • O projeto
    • Patrocínios e Equipamento
  • Contacto
  • Mitos

    Gaiola de Giestas

    Gaiola de Giestas A avó varria as agrurasde uma vida ensimesmada,com giestas aos molhosamarradas contra o medoque escorria, assustado,pelos olhos caladosde crianças aprisionadasem gaiolas quase douradas. Mas a primavera, teimosa,insistia e lançava sonhospara o futuro…E brotavam maias e mais maiasque ondulavam o sol quevivo e quente,corria pelas encostas. Mas o fogo da tradiçãocedo ou tardecegava os sonhos acorrentando-os aos molhoscom que a avó varria, varria,a vida. Fotografia: Sérgio MoreiraPoema: Margarida Oliveira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Tudo era culpa

    Janeiro 14, 2021

    A sombra de mim

    Janeiro 14, 2021

    Fragmentos

    Julho 25, 2024
  • Sombras

    Sonho a preto e branco

    Sonho a preto e branco A preto e branco  me desenham a sombra, esculpindo um futuro  de sonhos embaciados. Assim amarram a minha altura ancorando-me em terra sem asas que olhem o céu.  Vergada sob o peso de escolhas viciadas rastejo de um passado que não recordo  para um futuro  que não sonho! Texto: Margarida Oliveira Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Tu fazes-me tanta falta…

    Janeiro 14, 2021

    As correntes da História

    Fevereiro 24, 2022

    Cinzas sagradas

    Junho 16, 2024
  • Mitos

    Cinzas sagradas

    Antiga reza popular para afastar males ou tratar de doenças. “Cobra, cobrão Sapo, sapão Todo o bicho da nação Que anda de rasto pelo chão, Para que não cresças E nem avessas, Mas antes obedeças Que venhas a bom humor Eu te corto, corvo, Cabeça e rabo E corpo todo! Quando S. Bento era estudante, Nenhum bicho ia para diante, Na mesma escola andava S. Braz, Aqui te seques, aqui te mirrarás.” Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Na terra dos mitos

    Agosto 29, 2023

    A sanita – os “democratas” que estão a matar a democracia

    Março 22, 2023

    Sob o céu aberto

    Agosto 27, 2024
  • Mitos

    Costura da Alma

    “Eu que coza pé aberto e fio destroçado, isso mesmo é que cozo”. Fotografias: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    A conquista da natureza

    Novembro 26, 2023

    Os cinco sentidos do paraíso

    Janeiro 14, 2021

    Conjugal

    Fevereiro 24, 2022
  • Mitos

    O jugo da cura

    “Tresorelho, sai-te daqui assim como boi e vaca “carregou aqui””. Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    M

    Março 8, 2023

    Desigualdade Líquida

    Julho 13, 2024

    Gaiola de Giestas

    Maio 7, 2025
  • Sombras

    Raízes da Apatia: O Declínio da Consciência Coletiva

    Fotografias: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Uma criança-mãe

    Novembro 19, 2025

    Cinzas sagradas

    Junho 16, 2024

    – Sou quem quiseres!

    Janeiro 14, 2021
  • Mitos

    O Ritual da Noite Eterna

    Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Meia idade

    Fevereiro 24, 2022

    Facetas

    Fevereiro 24, 2022

    Balanço

    Dezembro 10, 2022
  • Sombras

    O celeiro

    Nas terras gélidas do norte, onde o vento cortante dança com os flocos de neve, ergue-se um conjunto de celeiros. Obras-primas de engenharia, esculpidos em pedras que guardam segredos de eras passadas, guardiões de uma riqueza que não se mede em ouro, mas na malha intrincada das histórias entrelaçadas por gerações. As suas paredes, esculpidas pela paciência do tempo e envoltas numa neblina eterna, emanam uma aura que transcende as fronteiras terrenas. Fortalezas de opulência gélida, abrigam uma sinfonia de cores congeladas e fragrâncias cristalizadas, transformando o ato de armazenar alimentos numa celebração poética da vida. Os habitantes destas comunidades, cujas almas são moldadas pela frieza do clima, encontram calor…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    – Sou quem quiseres!

    Janeiro 14, 2021

    O saber livresco, as sinapses e o controlo de massas

    Março 2, 2023

    O farol de Popper

    Agosto 25, 2023
  • Sombras

    A conquista da natureza

    Ao longo da história, testemunhamos um notável avanço nas explicações dos eventos ao nosso redor. À medida que a ciência e a razão se desenvolveram, muitos mitos e explicações místicas foram gradualmente substituídos por teorias fundamentadas em evidências e observações. A diminuição dos mitos reflete a capacidade da humanidade de questionar, explorar e descobrir, pavimentando o caminho para um entendimento mais profundo e fundamentado do mundo que habitamos. Este avanço aumentou o poder do homem sobre a Natureza. A ideia de que o controlo da natureza e dos seus recursos é partilhado por todos os homens é também um mito já desfeito por muitos pensadores contemporâneos. De facto, ao longo…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Sombras – Era uma vez um lama… que gostava de ser ovelha.

    Fevereiro 22, 2023

    Carta ao doutor

    Janeiro 26, 2021

    Gilberto fechou-se no quarto…

    Janeiro 14, 2021
  • Sombras

    Desobediência civil

    Na vastidão das terras escocesas, onde as colinas ondulantes e os majestosos castelos espreitam entre as névoas, pode-se encontrar uma conexão peculiar entre a beleza natural e a história da desobediência e luta por direitos civis. Embora à primeira vista esses castelos possam evocar imagens de uma era medieval, eles também têm testemunhado a persistência e a resiliência do espírito humano ao longo dos séculos. Caminhar entre os castelos escoceses é mergulhar num cenário que, paradoxalmente, convida a contemplação e reflexão sobre questões de liberdade, justiça e resistência pacífica.  Relembro a primeira de muitas consultas à obra de um autor que defendeu, a custo, a desobediência civil como forma de…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Os prisioneiros da sociedade líquida

    Abril 20, 2023

    Os homens “bazam” e as mulheres desenrascam

    Janeiro 18, 2026

    Sob o céu aberto

    Agosto 27, 2024
123
2026 Rua Sem Sentido ©
  • Contacto
  • O projeto
  • Direitos de Autor