A IMAGEM, A ESCRITA E A VIVÊNCIA CONTEMPORÂNEA

— RUA SEM SENTIDO —

  • Início
  • Blogue
  • Olhar
    • Sombras
    • A State of Mind
    • A Crise
    • A outra margem
    • Mitos
    • Fragmentos
  • Edupolis
    • Caminhos
    • Vozes
    • Mapas
  • Acerca
    • O projeto
    • Patrocínios e Equipamento
  • Contacto
  • Início
  • Blogue
  • Olhar
    • Sombras
    • A State of Mind
    • A Crise
    • A outra margem
    • Mitos
    • Fragmentos
  • Edupolis
    • Caminhos
    • Vozes
    • Mapas
  • Acerca
    • O projeto
    • Patrocínios e Equipamento
  • Contacto
  • Mitos

    Gaiola de Giestas

    Gaiola de Giestas A avó varria as agrurasde uma vida ensimesmada,com giestas aos molhosamarradas contra o medoque escorria, assustado,pelos olhos caladosde crianças aprisionadasem gaiolas quase douradas. Mas a primavera, teimosa,insistia e lançava sonhospara o futuro…E brotavam maias e mais maiasque ondulavam o sol quevivo e quente,corria pelas encostas. Mas o fogo da tradiçãocedo ou tardecegava os sonhos acorrentando-os aos molhoscom que a avó varria, varria,a vida. Fotografia: Sérgio MoreiraPoema: Margarida Oliveira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Liderança numa alcateia de cartel

    Junho 8, 2023

    Industrial

    Dezembro 10, 2022

    As correntes da História

    Fevereiro 24, 2022
  • Mitos

    A origem

    A filosofia perene, apresentada em 1548 por Agostino Steuco, procura conciliar, as diversas tradições religiosas, como o resultado de uma única verdade antiga que transcende as diferenças culturais e históricas e que se preservou e propagou por diversos rituais. Esta ideia perdeu força no modernismo científico mas ainda persiste em diversas culturas. A ideia que os mitos têm na sua criação uma base em comum foi explorada pela investigadora Karen Armstrong que apresenta alguns pontos comuns no nascimento e manutenção de qualquer mito. O mito, entenda-se, não como uma inverdade, mas como um ato de questionamento e reflexão sobre a realidade e condição humana.A partir das comunidades pré-históricas o medo…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    O celeiro

    Dezembro 30, 2023

    A sanita – os “democratas” que estão a matar a democracia

    Março 22, 2023

    Último dia

    Janeiro 26, 2021
  • Mitos

    Cinzas sagradas

    Antiga reza popular para afastar males ou tratar de doenças. “Cobra, cobrão Sapo, sapão Todo o bicho da nação Que anda de rasto pelo chão, Para que não cresças E nem avessas, Mas antes obedeças Que venhas a bom humor Eu te corto, corvo, Cabeça e rabo E corpo todo! Quando S. Bento era estudante, Nenhum bicho ia para diante, Na mesma escola andava S. Braz, Aqui te seques, aqui te mirrarás.” Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Raízes da Apatia: O Declínio da Consciência Coletiva

    Maio 17, 2024

    M

    Março 8, 2023

    Carta ao doutor

    Janeiro 26, 2021
  • Mitos

    Costura da Alma

    “Eu que coza pé aberto e fio destroçado, isso mesmo é que cozo”. Fotografias: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Desigualdade Líquida

    Julho 13, 2024

    As crianças negras são tão capazes como as brancas!

    Outubro 20, 2025

    Tu fazes-me tanta falta…

    Janeiro 14, 2021
  • Mitos

    O jugo da cura

    “Tresorelho, sai-te daqui assim como boi e vaca “carregou aqui””. Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    A sombra de mim

    Janeiro 14, 2021

    As correntes da História

    Fevereiro 24, 2022

    Carta ao doutor

    Janeiro 26, 2021
  • Mitos

    O Ritual da Noite Eterna

    Fotografia: Sérgio Moreira

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    A cintura de Luanda é um barril de pólvora ligado a um rastilho aceso

    Abril 18, 2026

    Balanço

    Dezembro 10, 2022

    Peso de consciência

    Janeiro 14, 2021
  • Mitos

    Na terra dos mitos

    Enquanto caminho por entre as majestosas paisagens escocesas, sou acolhido pela magia que permeia esta terra. Sob o céu nublado, as colinas verdes estendem-se até onde a vista alcança. À medida que avanço pelo caminho sinuoso, criaturas do imaginário natural da Escócia começam a aparecer ao meu lado. Os espíritos das árvores sussurram segredos antigos enquanto as fadas travessas voam ao meu redor deixando rastos de brilho dourado no ar fresco da montanha. Monstros lendários deixam as águas profundas e escuras repletas de mistérios. A cada passo, a Escócia revela mais o seu mundo mágico e selvagem, uma terra onde o real e o imaginário se entrelaçam em perfeita harmonia.…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Ambiental

    Fevereiro 24, 2022

    M

    Março 8, 2023

    – “Querida, queres casar comigo?” -“Pequena, vais casar comigo!”

    Junho 13, 2025
  • Mitos

    A textura de um mito

    Assim que chego ao Cabo Finisterra, os meus sentidos são envolvidos por um véu de perplexidade e reverência. A imponência da paisagem é como um quadro que escapa das bordas da tela, onde o céu e o mar se encontram num abraço interminável, dissolvendo as fronteiras entre o visível e o etéreo. Aponto a objetiva e sei exatamente o que estou a registar mas tenho perante mim uma imagem difícil de digerir. A força mitológica do espaço confronta os limites da minha racionalidade. A história deste local ecoa nas brisas salgadas que varrem a costa, sussurrando antigas epopeias e lendas perdidas no vento. Em cada uma sentem-se os segredos de…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    A chuva não consegue parar as crianças

    Março 22, 2026

    As correntes da História

    Fevereiro 24, 2022

    Facetas

    Fevereiro 24, 2022
  • Mitos

    A liberdade diante do absurdo

    “- Perguntei ao meu irmão se as mulheres ainda cantavam lá na fábrica.– Não! – disse ele – Lá têm tempo para isso…” Assim se desenrola mais uma conversa com uma colega que dedica grande parte do seu tempo a lutar pela liberdade e a formar gerações nos ideais do respeito e da dignidade. Recorda com nostalgia as vivências de juventude na fábrica do pai, um self-made man que subiu a pulso e cuja geração seguinte teve que fazer a necessária transição para um trabalho em cadeia que tirou a melodia das bocas dos trabalhadores e a substituiu por gestos ritmados e mecanizados. Segue-se uma reflexão sobre como os humanos…

    Ler mais
    ruasemsentido

    Também pode gostar

    Gilberto fechou-se no quarto…

    Janeiro 14, 2021

    As Redes Sociais na educação em Angola

    Fevereiro 21, 2026

    Então e eu?

    Janeiro 14, 2021
2026 Rua Sem Sentido ©
  • Contacto
  • O projeto
  • Direitos de Autor